Sobre

Alexandre Guerra é um compositor, nascido em São Paulo em 1971. Sua produção se divide entre criações musicais para filmes e obras autorais voltadas à música de concerto.

Formou-se pelo departamento de composição para cinema da Berklee College of Music, em Boston (EUA), posteriormente no Brasil, estudou harmonia e composição com o maestro Hans Koellheuter. Hoje é membro “Sociétaires Professionnels” da Sacem – França.

No âmbito audiovisual, ele compôs 130 trilhas sonoras para filmes e séries como: “O Tempo e o Vento”, “Tudo o que aprendemos juntos”, “The American Guest” (HBO), “O Som e a Sílaba” (Disney) e “Maysa” (Rede Globo) com direção de nomes como: Jayme Monjardim, Maurício Dias e Pascal Cuissot. 

No universo de concerto, reúne mais de 40 obras que vêm sendo executadas regularmente por orquestras nacionais e internacionais — como, Filarmônica Minas Gerais, Sinfônica de Bucareste, Filarmônica de Montevideo, Sinfônica de Budapeste entre outras, numa média de 20 concertos por ano.

Guerra frequentemente busca inspiração em literatura, artes plásticas e paisagens visuais: obras como suítes baseadas nas gravuras de Oswaldo Goeldi, e poemas sinfônicos em contos ou romances de autores como: Eça de Queiroz, Oscar Wilde e Alexandre Dumas. 

São 38 álbuns lançados, sendo 12 gravados com a Orquestra Sinfônica de Budapeste. Seus álbuns “Ballet de Azul e Vento” e “Concerto Místico para Cello e Orquestra” foram finalistas no Prêmio da Música Brasileira.

Em 2021, estrou seu ciclo de canções com a mezzo, Denise de Freitas, no Theatro Municipal de São Paulo, em 2022, a suíte Divagações sobre a Noite na Sala São Paulo, com a São Paulo Chamber Soloists e o saxofonista Nailor Proveta, e em 2025 seu concerto para Piano e Orquestra com a Sinfônica de Piracicaba e o pianista Fabio Martino.

Seu balé “Lendas Brasileiras” executado pelo Balé do Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná teve mais de 20 récitas, e público de 40.000 pessoas.

Participou como compositor residente da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa em 2019.  

Em 2023 a Orquestra de Câmara do Amazonas dedicou um concerto exlcusivo à sua obra no Teatro Amazonas.